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Conheça 4 produtos sem soja para incluir na sua alimentação

Uma grande parte da população sofre com os mais diversos tipos de alergias alimentares. Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), em torno de 8% das crianças e 5% dos adultos tem o problema no país, e entre os produtos mais alergênicos, a soja de destaca. Encontrar produtos sem soja, no entanto, é um grande desafio.

Óleo, shoyu, papinhas, sucos e temperos tem na soja um dos ingredientes principais para sua fabricação. Mas além disso, ela aparece em embalagens na forma de traços que podem desencadear reações alérgicas a quem não tem tolerância.

Pensando em quem tem alergia à soja, separamos 4 opções de produtos em que o grão não aparece na composição e nem como traço. Siga em frente e confira as delícias!

1. Bolinhos de falafel

O falafel é uma iguaria de origem árabe que leva grão-de-bico e uma mistura equilibrada e saborosa de diversos temperos. Os bolinhos de falafel da Gerônimo Foods vêm na caixinha de 400g com 9 unidades.

Os bolinhos são feitos de grão de bico, fava branca, cebola, ervas aromáticas, sal marinho, alho, especiarias, pimenta dedo de moça e bicarbonato de sódio. Não contém glúten ou ingredientes de origem animal.

 

Modo de preparo: no forno pré-aquecido a 220ºC, colocar em uma assadeira com óleo vegetal (que não seja de soja, claro) ou azeite. Assar por 8 minutos de cada lado. Se quiser, pode fritar imersos em óleo quente até dourar completamente.

2. Requeijão vegano

O requeijão é perfeito para acompanhar pães e biscoitos no café da manhã ou no lanche da tarde. Também pode ser usado nas mais diversas receitas. O RequeVeg de Cheddar da Vida Veg é perfeito para quem não abre mão do sabor nas receitas veganas.

Não leva soja, lactose, colesterol e gorduras trans na sua composição. Os ingredientes principais são água, óleo de coco, amido modificado de mandioca, proteína de ervilha, sal do himalaia, condimento sabor requeijão, aroma natural vegano sabor cheddar e corante natural de urucum.

3. Hambúrguer de berinjela

A berinjela é uma clássica substituta da carne nas receitas veganas. O Hambúrguer de Berinjela com Castanha de Caju e Gergelim é suculento e pode ser servido entre fatias de pão e outros ingredientes ou em um prato com salada ou massa. O resultado é delicioso e equilibrado. A castanha de caju dá um toque gourmet à receita.

O hambúrguer pode ser preparado no forno (na assadeira sem descongelar por 20 minutos). Vire os hambúrgueres na metade do tempo. Na frigideira, doure os hambúrgueres por 3 minutos cada lado.

4. Kibe de abóbora

O kibe é uma delícia de origem árabe que conquistou o paladar brasileiro. A opção vegana da Gerônimo Foods leva abóbora e aveia em flocos como ingredientes principais. Ele é delicioso para incrementar qualquer refeição de maneira equilibrada.

O Kibe de Abóbora com Aveia em Flocos vem na caixinha de 400g com 8 unidades de com 50g cada. Pode ser preparado no forno (220°C) por aproximadamente 14 minutos para cada lado ou na frigideira até dourar (aproximadamente 8 minutos de cada lado).

Encontrar alimentos livres de soja é um grande desafio. Grande parte dos produtos veganos levam o grão em sua composição, mas nas lojas especializadas, como a VegaSite, é possível encontrar opções para quem tem essa ou outras restrições alimentares.

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Foto da capa: Pixabay.

6 produtos sem glúten perfeitos para quem tem restrição alimentar

O glúten é uma proteína onipresente no cardápio brasileiro (e no resto do mundo também). Ele está presente no trigo, malte, aveia e outros cereais. Essas matérias-primas são utilizadas na produção de diversos alimentos, medicamentos, cosméticos e bebidas, ou seja, é raro se deparar com produtos sem glúten no dia a dia.

Entretanto, existem pessoas que têm intolerância a essa proteína, que pode causar reações como que vão desde rinite, urticária e dores abdominais até náuseas, vômitos e crises respiratórias.

No Brasil, segundo a Associação de Celíacos do Brasil (Acelbra), há um portador da doença celíaca para cada 600 habitantes. Entretanto, os dados apontam apenas as pessoas já diagnosticadas. O número de portadores da síndrome pode ser bem maior.

Só existe uma solução para o problema: cortar a substância do cardápio de quem tem essa intolerância ao glúten.

Mas quem tem a doença celíaca está condenado a ter uma alimentação sem graça? Claro que não! Hoje, existem diversas opções de produtos sem glúten que são tão bons quanto os alimentos que levam a proteína.

Separamos, nesta lista, 6 produtos deliciosos que podem ser consumidos com segurança por tem tem a doença celíaca. Confira!

1. Maionese vegana

A maionese é um dos produtos mais versáteis da geladeira. Ela pode ser usada em molhos, saladas, sanduíches e empanamentos.

O molho cremoso tipo maionese Vegetale, da Superbom, é  100% vegetal, ou seja, não contém leite ou qualquer outro componente de origem animal. É uma verdadeira maionese vegana, com metade das calorias de um produto de origem animal.

A Vegetale, além de não conter glúten, é rica em Ômega 3 e Ômega 6 e não possui colesterol. Sua composição leva derivados de soja.

2. Manteiga vegetal

A manteiga não pode faltar na mesa brasileira, não é mesmo? A opção vegana e sem glúten que sugerimos é manteiga vegetal Veghee com Sal do Himalaia. Ela é feita com óleo de palma e sal rosa do Himalaia, com textura e sabor idêntico ao da margarina tradicional.

Diferenciais: sem lactose, sem leite, sem conservantes e não precisa de refrigeração. Na loja da VegaSite, pode ser encontrada, também, a versão sem sal.

3. Carne de jaca

Os produtos veganos são verdadeiras maravilhas para quem deseja abolir o consumo cruel e também para quem tem alguma restrição alimentar. Muitos produtos são livres de glúten e, por princípio, de lactose – que tem origem no leite.

A Carne de Jaca Verde da Zanquetta é um desses produtos. A carne de jaca é ideal para completar as refeições ou usar em salgados e aperitivos veganos.

4. Macarrão de grão-de-bico

Quem tem a doença celíaca não precisa abrir mão dos sabores de uma deliciosa macarronada. O Macarrão Penne da MacaLOW Natural Science é feito de grão de bico e fibra de bambu.

Totalmente sem glúten, pode ser utilizado em qualquer receita como substituto ao macarrão tradicional de trigo. Além disso, ele tem 62% menos carboidratos quando comparado ao macarrão de trigo e não utiliza nenhum ingrediente de origem animal.

5. Strogonoff de soja

O strogonff da marmita Vai de Veg é preparado com creme de leite à base de castanha de caju, proteína de soja texturizada e cogumelos paris, além de arroz e temperos frescos.

Dá uma olhada nos ingredientes dessa marmita: arroz, óleo de girassol, sal marinho, alho, tomate, castanha de caju, cebola, cogumelo paris fresco, farinha desengordurada de soja, molho de soja, óleo essencial de alho e cebola, azeite de oliva extravirgem, conhaque, mostarda, ketchup, molho inglês vegano e pimenta do reino. Totalmente livre de glúten.

6. Quibe de abóbora

Celíaco pode comer quibe? Se for o Quibe de Abóbora da Libre Alimentos, pode, sim! Ele é livre de glúten, pois é feito com abóbora, quinoa orgânica, cenoura, cebolinha, especiarias, entre outros ingredientes deliciosos. Ele pode ser temperado a gosto para servir de acompanhamento para diversos pratos.

Como você viu, existem diversos produtos sem glúten no mercado, é só pesquisar bem para fazer a substituição. Podem ser encontradas, na internet, receitas saborosas que levam os ingredientes que você conferiu por aqui.

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Confira 5 receitas veganas para um almoço de domingo

O almoço de domingo é uma tradição da família brasileira. É no primeiro dia da semana que as receitas mais clássicas e saborosas são postas à mesa para o deleite de todas as gerações. Entretanto, elas trazem também a dor e a crueldade para o prato, pois são à base de proteína animal. Receitas veganas ainda passam longe da maioria do lares brasileiros.

Mas quem se propor a preparar um cardápio sem carne pode empreender uma grata surpresa para a família ao redor da mesa. Isso porque as receitas veganas são saborosas e reproduzem muito bem os pratos com carne.

Confira, abaixo, 5 receitas que encontramos nos canais Presunto Vegetariano e VegTube, que são referências em alimentação vegana. A ideia é arrasar no almoço de domingo e mandar para longe o preconceito de quem acha que não é possível comer bem sem carne no dia tão tradicional.

1. Nhoque de batata-doce com pesto de rúcula

O nhoque é sem dúvida um dos pratos mais tradicionais de domingo. É uma receita que nos remete à infância, pois todo mundo tem uma avó, tia ou mãe que é mestra no preparo dessa iguaria da culinária italiana muito bem assimilada pelos brasileiros.

2. Estrogonofe de palmito

O estrogonofe é um prato clássico dos almoços em família. Além de ser uma receita fácil e de grande rendimento, bastam arroz, batata palha e salada para acompanhar.

3. Macarrão à bolonhesa

É proibido faltar macarrão em muitos lares brasileiros aos domingos. O molho à bolonhesa, à base de carne e molho de tomate, é o mais tradicional. Mas dá para fazer uma bela macarronada sem usar proteína animal.

A lentilha é a substituta saborosa nessa receita do canal Presunto Vegetariano. Além de ser livre de crueldade, é bem saudável.

4. Feijoada vegana

A feijoada é o prato preferido de 11 entre 10 brasileiros. O prato clássico, entretanto, carrega todo o peso das condições cruéis a que são submetidos os suínos – ingredientes principais da receita.

Entretanto, existem muitas receitas saborosas que abrem mão das partes dos porcos. A receita que apresentamos aqui é do canal VegTube.

5. Lasanha vegana e sem glúten

Não é só o Garfield que é louco por lasanha. Os brasileiros também amam o prato de origem italiana (ou inglesa, já que a terra da rainha Elizabeth também reivindica a criação da receita). Aos domingos é a pedida certa para agradar aos mais diversos paladares.

Neste vídeo do VegTube, a estrela é uma deliciosa lasanha de abobrinha.

Não há desculpa para abrir mão da dieta vegana no almoço de domingo. São diversas opções para todos os gostos e bolsos. A internet proporciona um leque de receitas fáceis e rápidas, além de muito saborosas. É só pôr a mão na massa.

É possível encontrar, também, esses pratos já preparados e congelados e que não levam nenhum ingrediente animal. Há opções de lasanha, feijoada e estrogonofe, entre outras receitas.

O que você achou deste conteúdo? Quer provar receitas clássicas de domingo na versão vegana? Ponha a mão na massa ou encomende a sua marmita congelada em nossa loja virtual.

Foto da capa: Kelsey Chance on Unsplash

Confira 5 mudanças que o estilo vegano trás para a sua vida

Quem adota o estilo vegano ou vegetariano de viver pode ter motivos diversos: a busca por mais qualidade de vida ou a consciência ética sobre o sofrimentos dos animais na indústria da carne. O veganismo é mais afinado com o segundo objetivo, mas os dois casos provocam mudanças profundas na vida do indivíduo.

Independente da motivação do vegano, adotar esse estilo de vida, que é uma verdadeira filosofia do cotidiano, provoca mudanças pessoais ao mesmo tempo que altera a rotina de uma casa e contribui para a construção de um mundo mais ético na relação com os animais.

Confira, neste artigo, 5 mudanças mais percebidas por quem adota o veganismo.

1. Mudança na forma de encarar o mundo

O veganismo não é apenas uma escolha nutricional. Ele vai muito além de uma dieta mais saudável. Escolher abolir a carne do prato altera as relações de consumo e a forma de interação com o mundo.

A mudança na rotina é intensa, pois a mudança do cardápio obriga o adepto a fazer pesquisas de se informar sobre os processo de produção e distribuição dos produtos. O resultado disso é uma maior consciência do lugar que ocupa na sociedade.

Há uma diminuição dos impactos que a pessoa causa no dia a dia, principalmente sobre o que costumamos chamar de meio ambiente, pois ele passam a ser percebidos.

A sociedade passa por um crivo mais crítico a partir do ponto de vista vegano. Os produtos de marcas que realizam testes em animais, por exemplo, são boicotados e eventos em que exista a exploração animal, como rodeios e circos (que ainda utilizam pombas, por exemplo) são combatidos pela causa.

2. Prevenção de doenças e melhora significativa da saúde

Todos sabem que o consumo de vegetais faz bem para a saúde. Já são décadas de produção de estudos que associam legumes, verduras, raízes e cereais com a prevenção de inúmeras doenças.

Muitas pessoas, inclusive, acabam adotando o estilo de vida vegano depois de passar por algum quadro grave de saúde – em busca de prevenir a volta da doença e aumentar a qualidade de vida.

Veja, abaixo, alguns benefícios para a saúde promovidos pelo veganismo:

Prevensão do diabetes tipo 2

Prevenção e melhora no tratamento para aqueles que já têm a doença.

Prevenção de quadros depressivos

Estudos mostram que o veganismo diminui o risco de desenvolver depressão.

Controle da pressão arterial

Veganos tendem a ter pressão arterial dentro dos limites da normalidade (clique aqui e saiba mais).

Controle do peso

A busca por vegetais e de produtos que não levam carne propiciam a exclusão de “junk foods” e de outros alimentos mais calóricos da dieta.

Prevenção de doenças cardíacas

Menos colesterol, redução do risco de diabetes e controle da pressão arterial diminui as chances de desenvolver doenças cardiovasculares.

Redução do risco de alguns tipos de câncer

Vários estudos relacionam fatores dietéticos e risco de câncer. Eles mostram redução significativa de alguns tipos da doença entre vegetarianos estritos (clique aqui e confira a fonte das informações).

Vale lembrar que a consulta a um especialista em nutrição é essencial para a adoção de uma dieta vegana que traga bons resultados para a saúde.

3. Criação de laços em comunidade

A comunidade vegana é ativa e muito receptiva. É uma oportunidade de criar laços e desenvolver-se como pessoa. A principal tônica entre os adeptos é a importância de compartilhar informações para o fortalecimento de hábitos.

Nessa rede, que pode ser virtual ou presencial, a cultura vegana é fortalecida e a troca de conhecimentos é estimulada. O adepto do estilo vegano jamais vai se sentir sozinho ou isolado do restante do mundo.

4. O vegano aprende a cozinhar

Não tem jeito: a vida vegana só é possível se o adepto aprender a cozinhar. Isso porque o mundo é carnívoro e dependente dos animais para a fabricação do mais diversos produtos alimentícios.

É difícil encontrar restaurantes veganos, principalmente fora das capitais, por isso é fundamental o preparo das refeições em casa para levar ao trabalho, escolas e encontros sociais.

Entretanto, hoje, com a internet, tudo é mais fácil. Informações sobre fornecedores de ingredientes e sites de receitas veganas estão na palma da mão – é só aprender a acender o fogão e praticar.

5. Vai ter de ser mais paciente e tolerante

O vegano encara muitas dificuldades no dia a dia. Desde a falta de informações sobre produtos (algumas marcas não informam o uso de ingredientes ou os testes realizados em animais) até a falta de compreensão de pessoas próximas em relação a essa filosofia de vida.

O jeito é ser persistente nas pesquisas e tolerante nos relacionamentos para não gerar conflitos e polêmicas desnecessárias, sem abrir mão, é claro, da tentativa de conscientizar outras pessoas sobre o tema da crueldade e exploração animal.


Por fim, ser vegano é contribuir para a mudança do mundo. O respeito aos animais, apesar de tudo, é um tema que tem sido mais abordado hoje.
Personalidades veganas contribuem para isso e iniciativas de ONGs e militantes independentes conseguem resultados em algumas áreas.

Adotar o estilo vegano é estar alinhado com o futuro, mas é importante evitar a soberba. Apenas com diálogo e persistência é possível mudar a mentalidade do mundo em relação aos animais. O importante é agir.

Então, gostou deste texto? Que tal compartilhar o conteúdo em suas redes sociais para que seus amigos também aproveitem as informações? Ah, e não deixe de conferir nossa loja virtual recheada de produtos para o público vegano!

Quais são os alimentos indispensáveis para atletas veganos?

Um dos maiores mitos que envolvem o estilo de vida vegano é o que afirma que a dieta não permite o desenvolvimento de musculatura e não combina como atividades físicas de grande desempenho. Atletas veganos que se destacam nos mais variados esportes desmentem essa ideia.

Há certos tipos de alimentos que permitem grandes resultados para pessoas que pretendem ganhar massa muscular e performance corporal. Esses vegetais devem ser ricos em proteínas, ferro, zinco, ômega 3 e cálcio, além, é claro do carboidrato.

Os principais nutrientes para atletas

De acordo com a American Dietetic Association (ADA), atletas devem seguir o seguinte esquema de consumo diário de macronutrientes:

  • Proteínas: de 1,2 a 1,7 gramas por quilo de peso;
  • Carboidratos: de 6 a 10 gramas por quilo de peso,
  • Lipídios: de 20% a 35% da ingestão total de energia.

As proteínas são essenciais para construir e reparar o tecido muscular. Os carboidratos são indispensáveis para manter os níveis de glicose no sangue repor o estoque de glicogênio muscular durante os exercícios. Já os lipídios são fontes de energia e auxiliam na absorção das vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K).

Superalimentos para atletas veganos

Os níveis de proteína necessários para o atleta constituem o maior desafio para o vegano. Isso porque grande parte dos alimentos dessa dieta são fontes de carboidratos ou são pobres em proteína.

Tofu, proteína de soja, brócolis, couve-flor, castanhas, feijão e grão de bico são alguns dos vegetais que mais contribuem para manter os níveis de proteína adequados na dieta de qualquer vegano, sendo atleta ou não. Eles não podem ser esquecidos pelos adeptos do estilo de vida sem crueldade animal – devem ser consumidos em todas as refeições, no caso de atletas.

Entretanto, já que o carboidrato é mais abundante na dieta (batatas, cereais, massas, arroz), vamos focar em alimentos que oferecem grande quantidade de proteína em uma única porção. São eles:

  • Fava de edamame (26,1 gramas de proteínas em 100 gramas do vegetal)
  • Lentilha (24,6 gramas de proteínas a cada 100g)
  • Ervilha partida (23,8 gramas de proteínas a cada 100g)
  • Grão de bico (20,5 gramas de proteínas a cada 100g)
  • Tofu (15,8 gramas de proteínas a cada 100g)

Para manter os níveis de ferro e cálcio, os alimentos mais indicados são os vegetais verdes escuros: agrião, couve, espinafre, acelga, almeirão, folha de brócolis, mostarda, rúcula etc. Eles podem ser consumidos em saladas ou em sucos.

O ômega-3 pode ser encontrado na chia e na linhaça. Elas são boas opções porque são versáteis: podem ser usadas no preparo de shakes ou polvilhadas em frutas e saladas.

O zinco é importante para manter o sistema imunológico saudável. Ele pode ser encontrado em sementes de gergelim e nas nozes.

Vale lembrar que é essencial consultar um profissional de nutrição para calcular a quantidade necessária de nutrientes de acordo com a constituição física do atleta. O profissional vai determinar a necessidade de suplementação ou não e vai prevenir riscos à saúde, principalmente nas atividades de alta intensidade.

Como você viu, o veganismo não constitui um limite para quem deseja seguir uma rotina de exercícios intensos ou mesmo para atletas veganos de alta performance. É fácil incluir os alimentos essenciais na dieta, basta planejar bem o ingestão de todos os nutrientes no dia a dia. Mas isso já uma rotina que mesmo os atletas onívoros fazem, não é mesmo? Então adotar o estilo de vida vegano vai trazer mais um benefício para a pessoa: a consciência de não contribuir para a crueldade com animais.

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Foto de capa: Quino Al on Unsplash