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Doces veganos: 5 opções de dar água na boca!

Os doces fazem a alegria de crianças e adultos mundo afora. Por acaso você conhece alguma pessoa que não goste de chocolate, por exemplo? E para quem se preocupa com a vida dos animais, existem opções de doces veganos. Ou seja, você pode aproveitar o sabor e ficar com a consciência tranquila ao não estimular a crueldade.

A principal mudança nas receitas dessas guloseimas é a substituição dos ingredientes de origem animal como leite, manteiga e ovos por produtos de origem vegetal. Confira, abaixo, uma pequena seleção de delícias livres de crueldade.

1. Leite condensado de coco

O leite condensado é uma paixão nacional e um dos ingredientes principais do brigadeiro. A opção vegana leCoco da Natural Science não leva nenhum tipo de produto de origem animal. Além disso, não contém glúten em sua formulação. O ingrediente principal desse leite condensado vegano é o coco produzido no Brasil.

2. Pão de melado com brigadeiro

Os chocólatras de plantão vão adorar essa opção: um pão recheado com brigadeiro de chocolate belga. O Pão de Melado com Brigadeiro Vovó Vegana é produzido por uma empresa familiar e 100% vegana.

O melado da receita substitui o mel, que tem origem na exploração da colmeias de abelhas – o que não é nada legal para quem se preocupa com o bem-estar de todos e quaisquer animais.

3. Brownie

O Brownie da Libre Alimentos não contém glúten e não utiliza qualquer ingrediente de origem animal em sua composição. Esse brownie vegano é feito com batata doce, chocolate 70% cacau, chocolate em pó 50% cacau e adoçado com xilitol, ou seja, não tem adição de açúcar. Uma ótima pedida para a sobremesa para a hora do lanche.

 

4. Creme de chocolate

O creme de chocolate é uma verdadeira sensação na mesa do café do manhã ou na hora do lanche. O creme Cacaufit La Pianezza é feito à base de biomassa de banana verde, avelã, cacau em pó, manteiga de cacau e adoçado com xylitol.

A biomassa de banana verde confere suavidade e leveza ao produto sem aumentar o valor calórico (apenas 42 calorias por porção). Além disso, é livre de glúten e lactose.

5. Doce de leite

O doce de leite vegano da Natural Science é feito à base de coco e não contém nenhum ingrediente de origem animal. o produto pode ser consumido puro, em receitas ou junto com uma deliciosa fatia de queijo vegano, que tal? O leCoco Doce de Leite não contém lactose, glúten ou proteína do leite.

Existem opções veganas para todos os tipos de paladares e preferências culinárias. Desde pratos salgados até os doces, como você viu neste texto.

Hoje é muito mais fácil aderir a uma dieta sem carne e até mesmo adotar o estilo de vida vegano, que visa não estimular qualquer tipo de exploração animal – seja na indústria da proteína de carne ou na indústria da moda e cosméticos.

Pesquise e com certeza encontrará opções livres de crueldade, como produtos de beleza, pratos tradicionais à base de ingredientes vegetais e até mesmo doces veganos para a sobremesa.

Quer conhecer outras opções de doces veganos? Então não deixe de visitar nossa loja virtual e montar o seu carrinho de compras!

Foto da capa: Pixabay.

Hambúrguer vegano: 5 tipos que vão te surpreender

O hambúrguer já é uma paixão nacional. Na internet, pululam receitas e mais receitas de preparo dessa iguaria que se difundiu pelo país por meio dos food trucks. E o público que não come carne não precisa passar longe desse prazer gastronômico: um hambúrguer vegano pode ser muito saboroso e ainda não estimular a crueldade com os animais.

O fundamental nas receitas veganas é utilizar os temperos certos. Pensando nisso, preparamos 5 dicas veganas para quando bater aquela vontade de comer um delicioso hambúrguer ou mesmo para impressionar as visitas com um lanche saudável e sem proteína animal.

1. Hambúrguer de berinjela

A berinjela é uma ótima substituta da carne. A castanha de caju e o gergelim dão um toque especial à receita, que fica muito saborosa e suculenta. O hambúrguer pode ser servido entre fatias de pão e outros ingredientes ou em um prato com salada ou massa. O resultado é delicioso e equilibrado.

O Hambúrguer de Berinjela com Castanha de Caju e Gergelim da Gerônimo Foods vem na caixinha de 400g com 4 unidades de 100g cada.

Modo de preparo no forno: retire o hambúrguer do freezer e coloque em uma assadeira com óleo vegetal ou azeite. Leve ao forno pré-aquecido (220°C) sem descongelar por aproximadamente 20 minutos. Vire os hambúrgueres na metade do tempo.

Modo de preparo na chapa ou frigideira: retire o hambúrguer do freezer, aqueça uma chapa ou frigideira e coloque um fio de óleo vegetal ou azeite. Doure os hambúrgueres (aproximadamente 3 minutos cada lado).

2. Hambúrguer de grão-de-bico

O grão-de-bico, rico em proteínas, é uma fonte de energia com sabor sofisticado que fica ótimo no preparo de um hambúrguer vegano. A mistura leva um toque especial de alho-poró, que adiciona mais sabor ao produto. O Hambúrguer de Grão de Bico com Alho Poró vem na caixinha de 400g com 4 unidades de 100g cada.

O modo de preparo é o mesmo do hambúrguer de berinjela com castanha de caju e gergelim.

Se você quiser uma versão mais “gourmet”, há a opção do Hambúrguer de Falafel da Gregourmet. O falafel é uma iguaria de origem árabe que leva grão-de-bico e uma mistura equilibrada e saborosa de diversos temperos. Experimente!

3. Hambúrguer de feijão fradinho

Feijão no preparo de hambúrguer? Só quem se abre às delícias do veganismo pode conferir como é deliciosa essa aventura. O Hambúrguer de Feijão Fradinho com Quinoa e Psyllium vem na caixinha de 400g com 4 unidades de 56g cada.

Esse hambúrguer, além de delicioso, vai trazer mais energia para o seu corpo e todos os benefícios que a quinoa e o psyllium proporcionam. O modo de preparo é o mesmo das opções anteriores.

4. Hambúrguer vegano de feijão preto

Olha o feijão aí de novo para fazer a alegria dos veganos que não abrem mão de um bom hambúrguer. Dessa vez, a variedade preta se junta com a couve e a chia para dar aquele gostinho defumado delicioso que associamos ao feijão preto.

Essa opção de hambúrguer da Gerônimo Foods vem na caixinha de 400g com 4 unidades de 100g cada. O modo de preparo é o mesmo das opções anteriores.

5. Hambúrguer de soja

Aposto que você pensou que o hambúrguer de soja seria nossa primeira sugestão, não é mesmo? Afinal, é a matéria-prima mais comum das hamburguerias que oferecem uma opção vegana aos clientes.

Mas deixamos ele por último não porque não seja saboroso (pelo contrário), mas porque queríamos mostrar que há diversos ingredientes que podem ser usados no preparo de um hambúrguer vegano delicioso, inclusive de soja como o da Vegabom, que leva especiarias selecionadas para um sabor marcante.

Outra opção é o hambúrguer de soja enriquecido com chia da Superbom. Ele vem em uma lata e não contém aditivos químicos ou corantes artificiais. O teor proteico é equivalente ao da carne.

Viu só como é possível aproveitar um belo hambúrguer sem recorrer à carne? Essas opções provam que podemos comer diversos pratos que já comíamos em versão sem ingredientes de origem animal.

Como o veganismo colabora com a questão da água?

A sustentabilidade é um dos temas mais atuais e urgentes com o qual temos contato no dia a dia. A questão da água assume uma das principais frentes de discussão sobre as necessidades de preservação dos recursos naturais.

Na esteira do Dia Mundial da Água (22 de março), temos de voltar o pensamento para esse recurso, cuja preservação é o desafio a ser enfrentado por todos os países. E uma das principais causas do grande consumo e desperdício de água é a alimentação.

E não pense que a água se esvai ao irrigar vegetais que servem de alimentação – o principal foco de alto consumo de água está ligado à pecuária.

Pensando em refletir sobre a questão da água e como o veganismo ajuda a diminuir a pegada hídrica, preparamos este texto com algumas informações importantes que podem ajudar qualquer pessoas a pensar melhor sobre os seus hábitos de consumo. Siga em frente!

A questão da água e seus números alarmantes

O veganismo é um estilo de vida no qual os adeptos optam por não comer carne por questões que vão muito além da consciência ambiental. O dever ético de contribuir para o fim da crueldade com animais, por compaixão e justiça, é uma causa que geralmente ocupa em primeiro lugar o pensamento do vegano.

Entretanto, o veganismo não é alheio aos esforços de preservação ambiental, muito pelo contrário. A vida de qualquer animal, entre eles o ser humano, só é possível em um ambiente natural que seja preservado e os recursos sejam explorados de maneira a não se extinguirem.

Nesse sentido, não comer carne é uma grande contribuição quando tratamos do tema da água. Isso porque, segundo a organização Water Footprint, a produção de um quilo de carne bovina exige 15 mil litros de água. Esse número pode variar para mais ou para menos de acordo com o país.

Um relatório produzido pela mesma organização aponta que, enquanto isso, a escassez de água afeta pelo menos 2,7 bilhões de pessoas no mundo em pelo menos um mês a cada ano.

O documentário “Cowspiracy”, disponível em streaming, apresenta dados de diversos estudos que demonstram números alarmantes quando tratamos apenas a questão da água.

Por exemplo:

  • São necessários 3,7 mil litros de água para a produção de 3,7 litros de leite;
  • São necessários 3,4 mil litros de água para 450 gramas de queijo;
  • São necessários 1,8 mil litros de água para produzir 450 gramas de queijo;
  • O consumo de água em plantações exclusivas para alimentação de animais consome até 33% da água doce do planeta,
  • Nos Estados Unidos, o cultivo de alimentos para animais consome 56% da água.

Se levarmos todos os números em consideração e fazermos uma média do consumo de carne por um cidadão ocidental, podemos afirmar que um vegano poupa, a cada dia, mais de mil litros de água.

Contaminação da água

A contaminação da água por causa da criação de animais se dá pelo uso de fertilizantes e agrotóxicos nas plantações voltadas à produção de ração.

Além do efeito perverso da monocultura (ou seja, grandes áreas plantadas com apena um tipo de espécie em detrimento de outras), que não produz alimentos para seres humanos enquanto uma grande parte da população mundial passa fome, o cultivo causa desequilíbrios ambientais que resultam em insetos mais resistentes que exigem doses cada vez maiores de agrotóxicos.

Esses elementos químicos acabam na água por meio da penetração no solo até o lençol freático, além do transporte para os rios e córregos pela chuva.

Além do veganismo, como economizar água?

A dieta vegana é uma forma eficaz de contribuir para a diminuição do consumo de água. Entretanto, existem atitudes no dia a dia que somam forças para esse objetivo. Confira algumas delas:

  • Fechar a torneira ao escovar os dentes;
  • Utilizar vassoura e não a mangueira para limpar o quintal e calçada;
  • Reutilizar a água da chuva e da máquina de lavar;
  • Livrar-se de vazamentos,
  • Banhos mais rápidos.

A preocupação com a sustentabilidade e com a questão da água tem tudo a ver com o veganismo. Afinal, a manutenção da vida é o objetivo principal, não é mesmo? A consciência ética permite a construção de hábitos mais saudáveis para o planeta e todos os seres vivos ganham com isso.

Viu como o hábito vegano é uma ótima maneira de ajudar o planeta? E nossa missão é deixar essa causa mais fácil e prazerosa por meio da oferta de diversos produtos sem nenhum ingrediente de origem animal. Confira todos na nossa loja virtual!

Imagem da capa: Pixabay

14 de março é Dia Nacional dos Animais

Talvez você nem soubesse da existência desta data. Sim, em 14 de março comemora-se o Dia Nacional dos Animais. Mas será que temos tanto assim a comemorar? Claro que ainda falta muito para alcançarmos o ideal vegano, entretanto, a ocasião serve justamente para divulgar as ações contra o consumo e maus-tratos dos animais.

A data traz para o primeiro semestre do calendário brasileiro uma celebração parecida com a de 4 de outubro — Dia Mundial dos Animais.  Então, se você caiu de paraquedas aqui neste texto, segue em frente para entender mais sobre essa homenagem aos bichos.

A origem da data comemorativa

O Dia Nacional dos Animais é comemorado no Brasil desde 2012, quando o projeto de Lei 3676 pedia a criação do Estatuto dos Animais. Porém, tal propositura foi arquivada alguns anos depois. Em 2015, um novo projeto de lei surgiu e continua em tramitação.

Tudo muito recente, não? Essa situação nos mostra como estamos atrasados quando o assunto é direitos dos animais!

Maus-tratos

Maus-tratos contra animais é crime! Ponto. Não há o que se discutir sobre isso quando há o reconhecimento da Lei de Crimes Ambientais, no artigo 32, e da Constituição Federal. Portanto, a legislação determina como crime qualquer ato de abuso, ferimento ou mutilação de animais — sejam eles domésticos, domesticados, silvestres, exóticos ou nativos.

Quem for flagrado em uma dessas ações está sujeito a detenção com pena de três meses a um ano, além da multa. Para ficar mais claro, são considerados alguns dos maus-tratos mais comuns contra animais:

  • Bater;
  • Abandonar;
  • Envenenamento;
  • Não cuidar de enfermidades;
  • Falta de higiene e local adequado;
  • Prender com correntes e cordas;
  • Submeter a trabalho forçado e rinhas,
  • Não oferecer comida, água e abrigo.

Um dos maiores problemas enfrentados por ONGs de proteção dos animais é o abandono. Isso porque a falta de conscientização a respeito dos benefícios da castração faz com que a população animal cresça desordenadamente.

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), são mais de 30 milhões de animais abandonados no Brasil — dois terços desse número são de cães e um terço, de gatos.

Denúncia

Qualquer pessoa que presenciar um caso de maus-tratos pode formalizar uma denúncia junto às autoridades responsáveis. Em qualquer cidade, basta procurar a delegacia da Polícia Civil e registrar um boletim de ocorrência. Para casos flagrantes, é interessante acionar a Polícia Militar através do número 190.

Outra medida é ir até o Ministério Público, pois todo município deve ter um promotor de Justiça do Meio Ambiente. Além disso, as entidades protetoras dos animais também podem oferecer informações úteis para sua denúncia.

Como mobilizar pessoas no Dia Nacional dos Animais?

Que tal ir além do botão compartilhar nas redes sociais e tentar se mobilizar na vida real? Aproveite o Dia Nacional dos Animais para promover ações concretas como, por exemplo, fazer uma doação para uma ONG ou dar uma palestra sobre o veganismo.

Para celebrar tamanha importância dos animais, nada melhor do que termos uma data comemorativa como essa. Afinal, é um momento especial para lembrar a necessidade de cuidados com os animais e a preservação da vida — seja ela qual for!

Que tal apoiar empresas comprometidas com a causa animal? Em nossa loja virtual, você encontra diversos produtos veganos, ou seja, que não têm nada de origem animal. Compartilhe este texto em suas redes sociais e vamos espalhar que hoje é Dia Nacional dos Animais!

Foto de capa: Paul Carmona on Unsplash

Confira 5 mudanças que o estilo vegano trás para a sua vida

Quem adota o estilo vegano ou vegetariano de viver pode ter motivos diversos: a busca por mais qualidade de vida ou a consciência ética sobre o sofrimentos dos animais na indústria da carne. O veganismo é mais afinado com o segundo objetivo, mas os dois casos provocam mudanças profundas na vida do indivíduo.

Independente da motivação do vegano, adotar esse estilo de vida, que é uma verdadeira filosofia do cotidiano, provoca mudanças pessoais ao mesmo tempo que altera a rotina de uma casa e contribui para a construção de um mundo mais ético na relação com os animais.

Confira, neste artigo, 5 mudanças mais percebidas por quem adota o veganismo.

1. Mudança na forma de encarar o mundo

O veganismo não é apenas uma escolha nutricional. Ele vai muito além de uma dieta mais saudável. Escolher abolir a carne do prato altera as relações de consumo e a forma de interação com o mundo.

A mudança na rotina é intensa, pois a mudança do cardápio obriga o adepto a fazer pesquisas de se informar sobre os processo de produção e distribuição dos produtos. O resultado disso é uma maior consciência do lugar que ocupa na sociedade.

Há uma diminuição dos impactos que a pessoa causa no dia a dia, principalmente sobre o que costumamos chamar de meio ambiente, pois ele passam a ser percebidos.

A sociedade passa por um crivo mais crítico a partir do ponto de vista vegano. Os produtos de marcas que realizam testes em animais, por exemplo, são boicotados e eventos em que exista a exploração animal, como rodeios e circos (que ainda utilizam pombas, por exemplo) são combatidos pela causa.

2. Prevenção de doenças e melhora significativa da saúde

Todos sabem que o consumo de vegetais faz bem para a saúde. Já são décadas de produção de estudos que associam legumes, verduras, raízes e cereais com a prevenção de inúmeras doenças.

Muitas pessoas, inclusive, acabam adotando o estilo de vida vegano depois de passar por algum quadro grave de saúde – em busca de prevenir a volta da doença e aumentar a qualidade de vida.

Veja, abaixo, alguns benefícios para a saúde promovidos pelo veganismo:

Prevensão do diabetes tipo 2

Prevenção e melhora no tratamento para aqueles que já têm a doença.

Prevenção de quadros depressivos

Estudos mostram que o veganismo diminui o risco de desenvolver depressão.

Controle da pressão arterial

Veganos tendem a ter pressão arterial dentro dos limites da normalidade (clique aqui e saiba mais).

Controle do peso

A busca por vegetais e de produtos que não levam carne propiciam a exclusão de “junk foods” e de outros alimentos mais calóricos da dieta.

Prevenção de doenças cardíacas

Menos colesterol, redução do risco de diabetes e controle da pressão arterial diminui as chances de desenvolver doenças cardiovasculares.

Redução do risco de alguns tipos de câncer

Vários estudos relacionam fatores dietéticos e risco de câncer. Eles mostram redução significativa de alguns tipos da doença entre vegetarianos estritos (clique aqui e confira a fonte das informações).

Vale lembrar que a consulta a um especialista em nutrição é essencial para a adoção de uma dieta vegana que traga bons resultados para a saúde.

3. Criação de laços em comunidade

A comunidade vegana é ativa e muito receptiva. É uma oportunidade de criar laços e desenvolver-se como pessoa. A principal tônica entre os adeptos é a importância de compartilhar informações para o fortalecimento de hábitos.

Nessa rede, que pode ser virtual ou presencial, a cultura vegana é fortalecida e a troca de conhecimentos é estimulada. O adepto do estilo vegano jamais vai se sentir sozinho ou isolado do restante do mundo.

4. O vegano aprende a cozinhar

Não tem jeito: a vida vegana só é possível se o adepto aprender a cozinhar. Isso porque o mundo é carnívoro e dependente dos animais para a fabricação do mais diversos produtos alimentícios.

É difícil encontrar restaurantes veganos, principalmente fora das capitais, por isso é fundamental o preparo das refeições em casa para levar ao trabalho, escolas e encontros sociais.

Entretanto, hoje, com a internet, tudo é mais fácil. Informações sobre fornecedores de ingredientes e sites de receitas veganas estão na palma da mão – é só aprender a acender o fogão e praticar.

5. Vai ter de ser mais paciente e tolerante

O vegano encara muitas dificuldades no dia a dia. Desde a falta de informações sobre produtos (algumas marcas não informam o uso de ingredientes ou os testes realizados em animais) até a falta de compreensão de pessoas próximas em relação a essa filosofia de vida.

O jeito é ser persistente nas pesquisas e tolerante nos relacionamentos para não gerar conflitos e polêmicas desnecessárias, sem abrir mão, é claro, da tentativa de conscientizar outras pessoas sobre o tema da crueldade e exploração animal.


Por fim, ser vegano é contribuir para a mudança do mundo. O respeito aos animais, apesar de tudo, é um tema que tem sido mais abordado hoje.
Personalidades veganas contribuem para isso e iniciativas de ONGs e militantes independentes conseguem resultados em algumas áreas.

Adotar o estilo vegano é estar alinhado com o futuro, mas é importante evitar a soberba. Apenas com diálogo e persistência é possível mudar a mentalidade do mundo em relação aos animais. O importante é agir.

Então, gostou deste texto? Que tal compartilhar o conteúdo em suas redes sociais para que seus amigos também aproveitem as informações? Ah, e não deixe de conferir nossa loja virtual recheada de produtos para o público vegano!

Veganismo para crianças e adolescentes: o que você precisa saber

Geralmente, escolhemos adotar o estilo de vida vegano depois de adultos. Entretanto, o hábito de consumir alimentos apenas de origem vegetal pode começar na infância ou na adolescência. O veganismo para crianças ou jovens, entretanto, merece cuidados diferenciados em relação a tipos de nutrientes ingeridos, em prol de um desenvolvimento saudável e completo.

Há muitas controvérsias em relação a essa filosofia de vida quando adotada para os pequenos. Algumas pessoas acreditam que seus filhos podem ter retardos ou doenças se não comerem proteínas de origem animal –  o que podemos dizer que é um mito quando procuramos informações embasados por especialistas.

A questão é que os adolescentes têm todo o direito de adotar essa filosofia para a sua vida e os pais que não comem carne têm o direito de passar essa concepção ética para seus pequenos, em busca de um mundo mais sustentável, justo e sem crueldades.

Confira, neste artigo, tudo o que você precisa saber sobre o veganismo na infância e na adolescência.

A partir de qual idade a criança pode se tornar vegana?

Se os pais já são veganos, a criança vai seguir o padrão de alimentação desde a introdução alimentar, logo depois do desmame. Nessa hora, é fundamental o acompanhamento médico para que seja estabelecida uma dieta equilibrada para a família. Aliás, desde a gestação esse acompanhamento é fundamental.

O médico vegetariano e especialista em nutrologia Eric Slywitch, em seu livro “Alimentação sem Carne – Guia Prático”, afirma que alguma fonte de proteína de origem animal é necessária para a criança até um ano de idade. Isso porque a criança não consegue produzir sozinha a taurina, fundamental para o seu desenvolvimento.

Mas não se preocupe! Essa proteína é encontrada no próprio leite materno.

O médico, em seu livro, diz que uma dieta vegetariana só traz problemas para a criança quando a substituição alimentar é feita de forma inadequada. Por isso, é fundamental investir em uma grande variedade de alimentos para consumo no dia a dia, sempre com orientação nutricional.

Cuidados nas substituições

A substituição da carne na alimentação quando não é bem feita pode ocasionar problemas no desenvolvimento do indivíduo. Para saber quais são os nutrientes necessários para a criança ou adolescente é fundamental a consulta com um especialista.

Há nutriente que sabemos que são fundamentais e não podem faltar à mesa.

O ferro, por exemplo, é importantíssimo para o desenvolvimento na primeira e segunda décadas de vida. Sua falta pode provocar anemia e trazer problemas como retardo do crescimento, comprometimento da capacidade de aprendizagem (desenvolvimento cognitivo), da coordenação motora e da linguagem, além de efeitos comportamentais, como a falta de atenção e fadiga.

Por isso, esse é um dos principais nutrientes da dieta e deve ser buscado em vegetais verde-escuros e leguminosas, como o feijão.

Proteínas, como sabemos, são importantes para o desenvolvimento muscular e podem ser encontradas em cereais, leguminosas, oleaginosas e no tofu.

As vitaminas são elementos fundamentais para uma dieta saudável. A vitamina A pode ser encontrada em cenouras, brócolis, batata-doce, couve, espinafre, abóbora, ervilha e beterraba.

As vitaminas do complexo B podem ser encontradas em batatas, bananas, lentilhas e pimenta. Já a vitamina D, importante para os ossos e dentes, é produzida pelo organismo por meio da exposição ao sol. Cogumelos também são fontes excelentes dessa vitamina.

As frutas são essenciais na alimentação vegana. Elas são fontes de potássio, ferro e fibras, além de açúcares naturais, que fornecem energia.

Dicas para estimular o consumo de vegetais nas crianças

Um dos maiores problemas para os pais que querem estimular nos filhos a adoção de uma dieta vegana é a concorrência com os estímulos externos. Os adolescentes podem ser mais conscientes e tomarem a decisão de abolir a crueldade do prato por eles mesmos, mas as crianças podem não seguir essa lógica.

Entretanto, há algumas atitudes que podem ser tomadas que auxiliam na tarefa de estimular o gosto pelos vegetais – vamos a elas:

  • Leve as crianças à feira para que descubram um mundo de cores e sabores;
  • Capriche na apresentação das comidinhas – crianças são curiosas e se atraem facilmente;
  • Dê nome divertido aos pratos, pois é uma maneira lúdica de estimular o consumo;
  • Inclua verduras e legumes no lanche, para os vegetais fazerem parte de todos os momentos,
  • Respeite os gostos da criança – forçar a barra pode ser traumático e ter o efeito inverso.

Veganismo não é apenas dieta, e sim uma filosofia de vida

Por fim, o importante é entender que o veganismo não é apenas uma moda passageira ou uma forma de cuidar melhor da saúde. Na verdade, a abolição do consumo de carne é uma filosofia de vida, entendida como uma posição ética perante a crueldade da indústria da carne no mundo.

O veganismo para crianças e adolescentes tem de partir desse pressuposto. Os filhos mais velhos podem entender melhor essa situação se expostos na escola a discussões sobre o tema. Há inúmeros casos de adolescentes que se tornam os primeiro veganos da família.

Já as crianças precisam ser estimuladas ao mesmo tempo em que esse temas “pesados” precisam ser abordados de forma mais lúdica. O ideal é pesquisar bastante e contar com auxílio profissional para fazer a transição.

O que você achou deste conteúdo? Quer estimular seus filhos a adotarem uma dieta vegana? Na nossa loja virtual há inúmeros produtos que podem ajudar nessa tarefa – dê uma passadinha por lá!

Foto da capa: Kelly Sikkema on Unsplash

História do vegetarianismo: como tudo começou?

Muita gente se refere ao veganismo ou vegetarianismo como uma “moda” passageira, um costume contemporâneo. Entretanto, o hábito de comer apenas vegetais surgiu há 5 milhões de anos. Isso mesmo: o antepassado mais antigo do ser humano era vegano e pacífico com outros animais. Confira, neste texto, a história do vegetarianismo e saiba como tudo começou.

A pré-história do homem e os hábitos vegetarianos

O Australopithecus Anamensis, antepassado bípede do homem, alimentava-se de frutas, folhas e sementes. Os estudos sobre o modo de vida desse Australopithecus apontam que os membros de sua espécie vivia em harmonia com os animais menores, em convivência pacífica, algo que mudou apenas muito tempo depois (de 2,4 a 1 milhão de anos atrás), com o Australopithecus Boisei.

Já no Egito, em 3.200 a.C, alguns grupos religiosos não consumiam carne por assumirem crenças de reencarnação que seriam prejudicadas se não se abstivessem. Associavam a carne ao carma e foram os primeiros a formularem crenças de migração de almas entre corpos animais humanos e não humanos.

Na China e no Japão, o ambiente em que viviam as pessoas era propício ao vegetarianismo, com uma valorização cultural ao cultivo de ervas medicinais. O profeta-rei chinês Fu Xi era vegetariano e ensinou às pessoas a arte da agricultura e do aproveitamento das plantas para a produção de roupas e utensílios.

Correntes religiosas

Religiões tradicionais e antigas como o hinduísmo, bramanismo, zoroastrismo e jainismo sempre viram o consumo de carne como um costume a ser evitado. O vegetarianismo chega a ser citado no Rig Veda, livro sagrado para os hindus.

O budismo também é outra corrente filosófica religiosa que vê o vegetarianismo como uma atitude de compaixão para com os outros animais.

Tao Te Ching, fundador da religião mais antiga da China, o taoísmo, era vegetariano. Até hoje os monges que seguem os preceitos da religião não comem carne.

Influência de pensadores

Entre os pensadores famosos da filosofia, Pitágoras (570 a.C. – 467 a.C) foi grande destaque em relação ao vegetarianismo. Ele encorajava o consumo apenas de vegetais para evitar crueldades aos animais. Desde aquele tempo ele percebia os benefícios da dieta vegetariana para a saúde e ressaltava a ideia de que o sacrifício de animais brutalizava a alma dos homens.

Outros filósofos também eram a favor da dieta vegetariana, entre eles Sócrates, Platão e Aristóteles. Isso porque defendiam os valores de uma vida natural, e a morte de animais não enquadrava nesse desejo.

Leia também: Conheça 5 personalidades históricas que eram vegetarianas 

O vegetarianismo hoje

A vida contemporânea permitiu o desenvolvimento de pesquisas que relacionam os males do consumo de carne e de uma ética que valoriza cada vez mais a dieta vegetariana. A morte indiscriminada de animais para a alimentação humana já incomoda uma boa parcela da sociedade.

A internet permitiu o acesso a documentos, imagens e filmes que mostram a crueldade da indústria da carne, situações que não repercutiam antigamente pela falta de material disponibilizado pelos meios de comunicação tradicionais.

Veja também: “What the Health” e outros 8 documentários sobre a filosofia vegana

As organizações de defesa dos animais não humanos (e humanos também) ganham cada vez mais notoriedade e importância perante governos e empresas e pressionam por uma nova ordem ecológica, ética e humana no trato com os bichos. Essas mesmas entidades fazem crescer também a consciência que leva pessoas a se tornarem vegetarianas ou veganas, que é, afinal, o melhor dos mundos.

Por fim, a história do vegetarianismo demonstra que uma outra cultura é possível. O ser humano em diversos momentos da história e em diversos lugares já viveu muito bem sem comer carne. A mudança de hábitos é possível por meio de uma mudança de costumes e do toque de consciência sobre a situação dos animais em fazendas e granjas pelo mundo.

Hoje você tem acesso fácil a diversos produtos que não utilizam ingredientes de origem animal – é só acessar a nossa loja virtual para conferir!

Foto de capa: Puk Patrick on Unsplash

Afinal, existe alergia alimentar à carne?

As reações alérgicas provocadas por alimentos mais conhecidas são aquelas ocasionadas por ingestão de leite, ovos, amendoim ou frutos do mar. Entretanto, o catálogo de reações do organismo humano a determinados tipos de comida é imenso. A alergia alimentar por consumo de carne é uma delas, apesar de muita gente nunca ter ouvido falar sobre isso.

As alergias são reações adversas do organismo por meio da “falha” do mecanismo imunológico. Os sintomas são os mais diversos, desde uma leve coceira nos lábios, até casos graves de inchaços e comprometimento de órgãos.

Apesar de raro, o ser humano pode desenvolver alergia à carne de qualquer tipo de mamífero, como porco, boi ou cordeiro.

Um estudo conduzido pela Universidade da Virginia (EUA) e pelo Centro Médico John James, da Austrália, analisou 60 casos de alergias em que não se conhecia o diagnóstico, ou seja, não sabiam qual alimento causava a rejeição do organismo. Em 25 deles, no entanto, os cientistas chegaram à conclusão que o culpado era a substância alpha-galactose, presente na carne.

Vale ressaltar que a alergia pode ser desencadeada em qualquer momento da vida e uma vez desencadeada a reação, pode ser que a pessoa adquira intolerância a outros tipos de carne, como as brancas de peixes e aves. Isso acontece porque após uma primeira reação alérgica, o organismo produz um tipo de anticorpo que confunde substâncias presentes na carne (galactoses) com “invasores” prejudiciais (sensibilização).

Anafilaxia tardia à carne vermelha

Recentemente, cientistas dos Estados Unidos identificaram um carrapato cuja mordida desencadeia reações alérgicas a carnes vermelhas. Ele causa sensibilização às substâncias galactose-alfa 1 e galactose 3.

A reação pode ser intensa e levar até a morte em alguns casos mais graves. Os sintomas da síndrome causada pelo mordida do carrapato e o consumo de carne são urticária, angioedema e sintomas gastrointestinais que começam após 3 a 6 horas da ingestão de carne vermelha ou vísceras de mamíferos não primatas.

Os estudos apontam que o carrapato responsável pela síndrome é o Lone Star, comum no sudeste dos Estados Unidos, onde parasitam veados.

Fonte: Revista oficial da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia ASBAI

Cuidados com a alergia alimentar à carne

As pessoas que têm alergia alimentar à carne identificada precisa estar atenta às formulações dos produtos que consome. Além de evitar os pedaços de carne, obviamente, é fundamental ler os ingredientes dos produtos processados e verificar se não há neles compostos de carne animal.

Estudar os nomes técnicos dos ingredientes é um cuidado a mais com a saúde. Ir a restaurantes é um problema, pois não há como ter certeza dos cuidados no preparo dos alimentos de maneira a evitar contaminações.

Restaurantes veganos acabam por ser a melhor opção para os alérgicos nesses casos, assim como consumir produtos vegetais certificados e de boa procedência. E de quebra o alérgico contribui com o meio ambiente e com a luta contra a crueldade aos animais.

Vale lembrar que nem todas as reações são severas. Entretanto, quanto mais gordura a carne tiver, mais forte será a resposta anafilática do alérgico.

Em todo caso, para evitar reações alérgicas à carne, melhor consumir produtos veganos de qualidade, como os oferecidos em nossa loja virtual, não é mesmo?

Foto de capa: Hush Naidoo on Unsplash

Veganismo abolicionista: entenda o significado desse termo

Um termo bem recente tem ganhado atenção de pessoas ligadas à questão vegana na internet: dados do Google Trends mostram que a busca por veganismo abolicionista cresceu nos últimos anos.

No geral, diversos termos relacionados ao veganismo têm sido mais procurados e aparecem com frequência em listas de redes sociais, como o Trend Topics do Twitter, além dos buscadores como Google, Bing e Yahoo. Isso demonstra que o estilo de vida que não incentiva a crueldade aos animais têm chamado a atenção da sociedade.

Entre os termos mais curiosos, o veganismo abolicionista aparece como um dos últimos interesses das pessoas. Por isso, preparamos este texto para explicar a que se refere esse novo movimento. Siga em frente!

O que é o veganismo abolicionista?

O abolicionismo em relação a animais prega a necessidade de abolir toda e qualquer situação de escravidão, discriminação, exploração, tortura, confinamento e matança de seres sencientes, ou seja, os seres vivos que têm sensações e sentimentos de forma consciente.

O veganismo, para o abolicionista, é a base moral da sua posição. O ativismo deve rejeitar a violência contra qualquer animal e não aceita que humanos tomem por posse outras espécies, ou seja, que vacas, porcos, galinhas e a infinidade de espécies que são exploradas diariamente sirvam de recursos para a sociedade humana.

Recusa ao bem-estar animal

Pode parecer estranho, mas o abolicionista vegano recusa o que chamamos de reformas bem-estaristas. Essas políticas pregam melhores condições de vida para os animais e tem por objetivo abolir a tortura e o sofrimento dos bichos no confinamento.

Entretanto, a posse e a matança continuam. A ética abolicionista vê nisso apenas uma maneira de perpetuar o paradigma de exploração e se torna extremamente contraproducente no que diz respeito ao objetivo final do veganismo, que é a libertação animal.

“Não queremos jaulas maiores, queremos jaulas vazias” – um mantra abolicionista que demonstra o fundamentalismo da proposta: ou tudo ou nada.

Corrente pragmática

A corrente abolicionista pragmática é uma linha que surge para questionar os abolicionistas fundamentalistas. Quem faz parte dessa corrente afirma que a aplicabilidade do abolicionismo total é muito distante da realidade e que é necessário se atentar ao contexto político e histórico que o veganismo enfrenta.

Um dos pontos divergentes, por exemplo, diz respeito às práticas de bem-estarismo. Os pragmáticos acreditam que as reformas podem ajudar a eliminar a exploração de forma gradativa, pois permite a negociação e a progressão até o estabelecimento de uma mentalidade e valores morais que deixam de enxergar os bichos como recursos para o consumo humano.

Mas não se engane: os ativistas pragmáticos não abrem mão do veganismo. Eles apenas se propõem a negociar para que o mínimo em prol do causa animal seja feito e defendem uma transição, mesmo que lenta, efetiva.

Abolicionistas interseccionais

Os abolicionistas interseccionais deixam claro que o ser humano, como animal, também deve ser liberto e o vegano, por isso, deve combater todas as opressões, independentemente da espécie. Portanto, abraçar a violência contra seres humanos, mesmo que exploradores de animais, vai contra a ética interseccional.

A libertação animal é também a libertação humana, pois estes também sofrem as mais diversas opressões (de classe, origem, étnica etc.). Veganos Interseccionais afirmam ser necessária a ponderação dos discursos, pois eles também podem ser uma forma de opressão – nesse caso, contra seres humanos.

Como vimos, existem diversas maneiras de enxergar e viver a causa animal. O veganismo abolicionista é mais uma delas e seus ativistas lutam para conscientizar pessoas e libertar animais da exploração e da matança para consumo humano. É impossível tratar de todas as vertentes em apenas um texto, por isso vamos tratar sobre outros movimentos em posts futuros. Não perca!

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Foto de capa: Benjamin Bousquet on Unsplash

Entenda os impactos do consumo de carne para o meio ambiente

Muitas pessoas não acreditam que o veganismo também pode ser ecologicamente sustentável. Dizem que deixar de comer um bife ou fazer um churrasco não vai salvar o mundo, reclamam que todos os veganos são chatos e que precisam parar de frescura. A novidade é: isso não é boato ou mito, pois os impactos do consumo de carne são reais e perigosos.

Os impactos do consumo de carne

Ao mostrar esse argumento para seu amigo carnívoro você provavelmente ouvirá: “Ah, mas os humanos comem carne desde sempre e vão continuar comendo”.

Na verdade, boa parte da população mundial não se alimenta de carne ou derivados animais. As populações que mais consomem esses tipos de produtos são aquelas com nível socioeconômico mais elevado.

Pergunte-se: por que nem todos comem carne se é algo tão natural do ser humano? Isso seria impossível porque existem alguns fatores que limitam sua produção.

Alimentação dos animais

Antes da carne chegar à mesa do consumidor ela foi um animal (algo que muitos evitam assumir) e muitas vezes de grande porte. O gado, por exemplo, exige quilos e quilos de alimento para ser criado. Uma vaca precisa de 10 a 15 quilos de cereais para fornecer 1 quilo de proteína. Não seria mais fácil alimentar a população com esses cereais?

A água consumida também está entre os impactos do consumo de carne. Como sabemos, o várias regiões do mundo vivem uma crise hídrica. Precisamos refletir sobre a maneira de usar esse recurso essencial, mas poucos lembram disso em relação à dieta.

Infelizmente, a produção de carne não é nada sustentável em relação aos recursos hídricos. Esse é um dos impactos do consumo de carne: gasto excessivo de água. Criar gado para abate pode exigir dez vezes mais água do que plantar cereais (que alimentam um número bem maior de gente).

Poluição do solo e da água

Um grande número de animais concentrados no mesmo local gera resíduos (urina e fezes) que se depositam no solo. Mesmo em um local com limpeza regular, esses resíduos contaminam a terra e, além de deixá-la imprópria para diversos tipos de plantações, também contaminam os lençóis freáticos.

Portanto, tanto terra quanto água próximas ao local de criação poderão ser prejudicadas. Isso também quer dizer que a população local terá maior probabilidade de entrar em contato com alimentos e água impróprios para consumo.

Desmatamento

O consumo desenfreado de carnes e seus derivados faz com que criadores comprem mais terra para conseguir produzir mais. Sabe o que isso significa? Desmatamento!

Para criar animais para abate é necessário uma quantidade gigantesca de terra. O pior: essa terra será inutilizada para cultivo devido aos resíduos deixados no solo e produzirá uma quantidade bem pior de alimento do que se plantassem cereais no local.

Emissão de gases do efeito estufa

Todas as criaturas vivas emitem esses gases, certamente. O que faz com que o gado seja especial é seu processo digestivo, que gera ainda mais gases lançados ao ambiente.

Se adicionarmos a isso o desmatamento, que diminui a cobertura vegetal que amenizaria o efeito estufa, temos a fórmula perfeita para um problema ambiental — e um dos principais impactos do consumo de carne.

Pense bem, o modelo alimentar americano (rico em carnes processadas) produz seis vezes mais gases que a dieta espanhola. Será que esse realmente é o modelo mais sustentável para um mundo cada vez mais populoso e frágil em termos ambientais?

Agora que você entendeu um pouco melhor como seus hábitos alimentares podem influenciar o meio ambiente, aproveite para compartilhar o texto nas redes sociais!

Foto de capa: Annie Spratt on Unsplash