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7 dicas práticas para todo vegano ou vegetariano iniciante

As primeiras semanas são o período mais difícil para quem decide se tornar vegano ou vegetariano. Além de planejar como vai ser a sua transição alimentar, é preciso dar atenção a outras questões. Lidar com a reação da família e se aprofundar nos estudos sobre o tema são algumas delas.

 

No post de hoje, mostraremos que muita coisa entra em jogo quando se escolhe o veganismo ou vegetarianismo como filosofia de vida. Ok, nós também te ajudaremos a lidar com isso. Vamos lá!

 

  1. Tenha paciência com a família

 

A primeira grande dica diz respeito aos inúmeros questionamentos que serão direcionados a você – principalmente pelos familiares. Claro que este é um caso para famílias que sempre comeram e utilizaram produtos de origem animal.

 

Ao adotar um estilo de vida vegano ou vegetariano, será preciso redobrar a paciência. Afinal de contas, você também comia carne até bem pouco tempo. Nem todo mundo consegue compreender seus motivos para deixar esse consumo de lado.

 

Portanto, lide da melhor maneira possível com as perguntas e se prepare, pois elas acontecerão! Não se sinta na obrigação de ter todas as respostas, mas tente não se estressar com essas situações.

 

  1. Faça um limpa nas suas coisas

 

Adotar o veganismo ou mesmo o vegetarianismo como estilo de vida vai muito além de parar de comer carne. É uma atitude que deve ser tomada em relação a diversas questões do cotidiano. Ou seja, devemos nos atentar também aos produtos duráveis que se originam do abate ou do manejo de animais.

 

Exemplos de produtos desse tipo são roupas e calçados de couro, lã e seda. Até mesmo cosméticos podem ter origem animal ou foram testados em bichos. Livre-se deles e substitua por produtos veganos na medida do possível.

 

  1. Busque informações confiáveis

 

Hoje, qualquer assunto pode ser alvo de intenso debate pelas redes sociais ou sites especializados. No entanto, se deparar com informações e dados errados, forjados e duvidosos também é bastante comum.

 

É importantíssimo basear suas atitudes e argumentos em prol da vida vegana ou vegetariana em fontes confiáveis. Busque informação em páginas e periódicos de boa reputação e nos sites e publicações de entidades como WWF, Greenpeace e outras ONGs mais conhecidas, como a Mercy For Animals (MFA Brasil) ou o blog deles, o EscolhaVeg.

 

  1. Troque ideias com outros veganos

 

As experiências de quem vivenciou essa mudança de vida são muito importantes para te motivar. Matérias, fóruns e estudos acessados pela internet são bons, mas o contato pessoal com quem adotou a vida vegana ou vegetariana é ainda melhor.

 

Encontre essas pessoas e converse sobre seu cotidiano, as dificuldades que enfrentam e peça algumas dicas. Veganos e vegetarianos, por serem entusiastas da causa, sempre estão dispostos a ajudar. Grupos no Facebook podem ser uma boa alternativa.

 

  1. Estude mais sobre os alimentos

 

Aprender sobre os alimentos é essencial para quem adere ao veganismo ou vegetarianismo. Deve-se saber quais alimentos comer para suprir determinada demanda do organismo e manter uma dieta balanceada, gostosa e, por que não, inspiradora.

 

Detalhe: ninguém melhor para ajudar você a escolher os alimentos da sua dieta do que um profissional da área de nutrição.

 

  1. Leia sobre os direitos dos animais

 

Essa é mais uma dica para te ajudar a embasar opiniões. Conhecer o que diz a legislação sobre os direitos dos animais vai possibilitar que você analise situações de violência e tome providências legais. Tenha na ponta da língua as leis que prevejam os crimes mais comuns.

 

Entender as leis ambientais, que fazem referência aos delitos contra os bichos, também é importante.

 

  1. Fique na sua

 

Não tente panfletar sua escolha por uma vida vegana ou vegetariana de modo a desprezar toda a sociedade que consome carne. Isso só trará mais questionamentos e desmotivação. O ideal é respeitar quem não opta pelo veganismo sem deixar de defender suas posições.

 

Torna-se vegano ou vegetariano não é tarefa fácil, como já sabemos. Mas decidir viver respeitando o direito ao bem-estar dos animais é gratificante e muda a maneira que enxergamos o mundo.

 

Desejamos que você tenha muito sucesso nessa nova empreitada! Tem alguma dúvida sobre o universo vegano ou vegetariano? Compartilhe conosco por meio dos comentários!

Acabou de se tornar vegano? Saiba fazer a transição alimentar!

A transição alimentar é um dos grandes desafios de quem acaba de se tornar vegano ou vegana. A barreira a ser vencida é igual a de quem tenta se livrar de algum vício, por exemplo. Se a carne fazia parte das suas refeições, os primeiros dias serão os mais difíceis.

 

Todavia, depois de algumas semanas você verá como é possível incluir os alimentos veganos de maneira prática. Além disso, se sentirá muito mais feliz por ter abandonado o hábito de comer animais –  e verá esse ato como algo extremamente estranho!

 

No post de hoje, mostraremos um passo a passo de como deve ser o início da transição alimentar vegana.

 

Faça uma autoanálise

 

Na verdade o primeiro passo é: tenha calma. A mudança deve ser feita de maneira razoável, para que o corpo possa se adaptar às novidades. Por isso, adicione alimentos veganos em vez de cortar os de origem animal que você já consome.

 

Dessa forma, quando a alimentação estiver bastante variada, com diversas opções de legumes, verduras, frutas e grãos, diminua o consumo de carne, ovos e leite. Comece a dar preferência aos produtos de origem vegetal.

 

Analise sua dieta anterior e faça uma lista dos pratos que você gosta e que não têm nada animal. Por exemplo: macarronada com molho de tomate, sopa de legumes, feijão, salada de soja, lentilha etc. Viu só como não precisa de nada exótico?

 

Busque orientação nutricional

 

A carne tem uma alta carga de proteínas. Por isso, quem adere a uma dieta vegana precisa consumir alimentos que reponham alguns elementos importantes para o organismo. Então, busque informações nutricionais com um profissional dessa área.

 

Provavelmente ele irá te pedir exames de sangue para acompanhar essa transição e verificar quais nutrientes são necessários. Além disso, essa orientação vai servir para que você consuma a quantidade certa de calorias.

 

Cuide da alimentação dentro e fora de casa

 

Não faltam opções para manter a sua dieta vegana – tanto dentro quanto fora de casa. Muitos restaurantes já se preocupam em servir pratos preparados especialmente para esse público. Mas em todo caso sempre é possível encontrar arroz, feijão, salada e legumes.

 

Quando estiver com pouco tempo, vale até um fast-food vegano. Lojas físicas e online vendem alimentos como mortadela vegana, hambúrguer vegano, steak de soja, queijos veganos, cream cheese vegano, maionese e até salgadinhos congelados veganos.

 

Redobre a atenção no supermercado

 

Outro passo importante na transição alimentar do vegano é prestar ainda mais atenção aos rótulos dos produtos. Portanto, durante uma compra no supermercado leia atentamente as informações descritas nas embalagens.

 

Cuidado com a frase “pode conter”, que indica a presença de elementos que não fazem parte da composição do alimento. Esse aviso é ainda mais sério para as pessoas que têm restrições alimentares.

 

A vontade é sempre um entrave nesse processo, mas é só deixar a convicção e a filosofia de vida falarem mais alto. Claro que recaídas acontecem e não devem te desanimar. Pelo contrário, elas servirão para mostrar como o seu paladar mudou e te dar ainda mais força.

 

Agora que você aprendeu o passo a passo para fazer uma transição alimentar tranquila, siga-nos nas redes sociais. Assim, você fica por dentro de outros conteúdos sobre o universo vegano!

“What the Health” e outros 8 documentários sobre a filosofia vegana

Recentemente a Netflix lançou o documentário “What the Health”, que mostra a conexão entre o consumo de produtos de origem animal e as doenças. A obra tem os mesmos criadores do “Cowspiracy”, também disponível no serviço de streaming.

 

Sabemos que a produção audiovisual é um dos grandes recursos utilizados para disseminar a filosofia vegana. Aqui no Brasil, um dos pioneiros foi “A Carne é Fraca”, que chocou muita gente quando foi lançado por mostrar a brutal realidade da indústria de carnes.

 

Lançamento: “What the Health”

 

O documentário vegano da Netflix entrevista médicos, fazendeiros e outros profissionais para mostrar a relação entre as doenças e o consumo de comida industrializada. “What the Health” tem produção de Kip Andersen e Keegan Kuhn. O longa, que já está disponível para assinantes, mostra ainda a ligação dos produtos de origem animal e a indústria farmacêutica.

 

 

  1. “Cowspiracy: O Segredo da Sustentabilidade”

 

O filme, que teve produção do ator Leonardo DiCaprio, ficou mundialmente conhecido. A obra mostra os danos ambientais e a crueldade contra os animais no abatedouro. “Cowspiracy” também questiona por que o assunto é pouco debatido até entre ambientalistas pelo mundo afora. Ele também está disponível na Netflix.

 

 

  1. “Live and Let Live”

 

Esse documentário reúne depoimentos que mostram a relação do homem com os animais e a opção de viver com base na filosofia vegana. “Live and Let Live” apresenta uma reflexão a respeito da ética, dos danos ambientais e questões que envolvem a saúde do homem. O filme pode ser assistido por meio do streaming.

 

 

  1. “Blackfish”

 

Essa obra não fala sobre o consumo de carne, mas sim da exploração de animais de outra forma. O documentário relata a história de uma baleia performática, a Tilikum, mantida em cativeiro pelo Sea World. Os criadores de “Blackfish” mostram a relação do tratamento cruel ao animal e os trágicos (e fatais) ataques a treinadores.

 

 

 

  1. “Speciesism: The Movie”

 

“Speciesism” aborda o sentimento de superioridade que o ser humano tem sobre os outros animais da terra. Pensamento utilizado como argumento para o abate de milhares de milhões de animais todos os anos. O filme questiona se somos tão especiais mesmo.

 

 

  1. “Terráqueos”

 

O longa relata o funcionamento de fazendas industriais e coloca em xeque a dependência que os humanos criaram na obtenção de produtos de origem animal. “Terráqueos” compara essa exploração (nos ramos de alimentos, vestuário, diversão ou ciência) com outras formas de dominação, como o sexismo e o racismo.

 

 

  1. “Glass Walls”

 

“Glass Walls” é apresentado por ninguém menos que Paul McCartney. Produzido pela PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), o documentário apresenta imagens chocantes que envolvem a indústria da carne, dos ovos e do leite. Uma frase traduz o conteúdo: “se matadouros tivessem paredes de vidro, todos seriam vegetarianos”.

 

 

  1. “A Carne é Fraca”

 

Já entre as produções brasileiras, temos o clássico “A Carne é Fraca”, feito pelo Instituto Nina Rosa e lançado em 2005. O filme mostra os impactos negativos de toda a trajetória da carne até chegar à mesa de quem a consome. É uma obra que teve bastante repercussão por conter cenas bastante intensas.

 

 

  1. “A Engrenagem”

 

Produzido pelo mesmo instituto, “A Engrenagem” recebeu uma crítica ainda melhor do que “A Carne é Fraca”. Com argumentos a favor da filosofia vegana ainda mais bem construídos e fundamentados, o documentário aborda os impactos do consumo da carne para o meio ambiente, para a saúde e para os animais.  

 

 

A grande maioria das produções contém imagens fortes. Por isso, veja o trailer antes e preste atenção também na classificação para poder assistir junto com crianças. Essa é apenas uma parcela de produções audiovisuais sobre o assunto. Então, vale a pena pesquisar mais!

 

O que achou das dicas? Compartilhe-as nas redes sociais para que seus amigos também conheçam o lançamento “What the Health” e os outros documentários sobre a filosofia vegana.

Como parar de comer carne e migrar para uma dieta vegetariana

Um desejo que muitos afirmam possuir, mas poucos conseguem colocar em prática: parar de comer carne. O intuito dessa verdadeira revolução na vida de uma pessoa é ajudar a tornar o mundo mais sustentável ou seu cotidiano mais saudável.

 

Não é fácil. Muitas vezes quem tenta excluir a carne do cardápio não consegue manter a decisão e acaba se frustrando. No entanto, o sofrimento não é necessário na hora de mudar os hábitos, muito menos fazer a transição de uma hora para outra.

 

No artigo de hoje, tentaremos te ajudar nessa incrível e enriquecedora missão!

 

Por que parar de comer carne?

 

Fazer a transição para uma dieta vegetariana pode estar ligada a três objetivos principais: apoiar o bem-estar animal, cuidar da saúde e promover a sustentabilidade.

 

No primeiro caso, ser vegetariano contribui com o combate ao consumo desenfreado e à realidade cruel que envolve a indústria da proteína animal. Muitos decidem parar de consumir totalmente frangos e peixes, que sofrerem ainda mais violência no abate.

 

Em relação à saúde, parar de comer carne ajuda a prevenir diversas doenças. Inclusive, algumas enfermidades já foram atribuídas pela ciência ao consumo dessa proteína, como colesterol alto ou aumento dos níveis de inflamação do organismo – causado pelos laticínios e processados.

 

Em prol da sustentabilidade, eliminar o consumo de carne do dia a dia faz com que você não se alinhe ao desmatamento de florestas. Esses lugares são devastados para a criação de gado, sem contar o consumo excessivo de água na produção da carne.

 

Por onde começar a ser vegetariano?

 

Você não precisa retirar os alimentos de origem animal da sua alimentação de forma abrupta, de um dia para o outro. Comece, por exemplo, com um dia na semana. Existem até campanhas que incentivam essa prática, como a famosa “Segunda Sem Carne”. Quando estiver mais confiante, escolha outros dias da semana para excluir a carne do cardápio.

 

Como diversificar as refeições?

 

Planejar a alimentação é essencial para quem começa uma vida vegetariana. Tenha um cardápio bem definido para cada refeição: café da manhã, almoço, jantar e lanches. Para isso, é fundamental o auxílio de um nutricionista – principalmente se houver alguma restrição alimentar.

 

A dica geral é introduzir alimentos que você não tem o hábito de comer no lugar da carne. Assim, você terá a chance de conhecer novos sabores e tudo o que o universo vegetal tem a oferecer.

 

Quais são principais desafios?

 

  1. Cozinhar

 

Parar de comer carne exige preparar suas próprias refeições. Nesse ponto, vale pesquisar a fundo a internet em busca de receitas e começar a frequentar mais a cozinha da sua casa. Existem diversos canais no YouTube que ensinam pratos fáceis de serem reproduzidos.

 

Descubra qual você gosta mais e passe a segui-lo. Dessa forma, poderá experimentar uma receita diferente a cada semana. Além disso, acompanhar sites, canais e blogs vai te ajudar a levar adiante o seu novo desafio.

 

  1. Defender sua opinião

 

Não brigue com a família para defender seus novos hábitos, pois é normal surgirem dúvidas e preocupações. Por isso, é fundamental desenvolver paciência e compreensão para explicar todas as questões que você considera importante.

 

Ao mesmo tempo, facilite a vida de quem mais cozinha na casa. Vale a pena conhecer opções vegetarianas de produtos tradicionais como hambúrgueres, carne vegetal, salsichas vegetais entre outros. Existem lojas online que vendem esse tipo de produto e muito mais.

 

Por fim, não se culpe se houver uma recaída, todos sabem que é muito difícil parar de comer carne. Mas não desista. Se comer, siga em frente e não desista. Como o passar do tempo, essa vontade diminui até desaparecer.

 

O que você achou do conteúdo? Ainda tem dúvidas sobre como começar uma vida vegetariana? Entre em contato pelos comentários. Ficaremos felizes em ajudar!

Como equilibrar o consumo de soja na dieta vegana?

Por reunir um alto valor nutricional, a soja é muito utilizada na dieta vegana em todo o mundo. O grão tem alta produtividade aqui no Brasil e uma versatilidade incrível na produção de diversos tipos de alimentos. Porém, não podemos nos esquecer dos cuidados necessários na hora de incluí-lo na alimentação diária.

 

Rica em vitaminas, a soja é formada por proteínas, carboidratos e lipídios. Há quase dez anos, o consumo da proteína de soja no país era de apenas três gramas por pessoa, enquanto a recomendação da FDA (Food and Drugs Administration), dos EUA, é a ingestão de 25 gramas por dia para prevenir doenças do coração.

 

Como equilibrar o consumo desse grão?

 

Para a OMS (Organização Mundial da Saúde), a soja é o único alimento vegetal com valor biológico equivalente à carne. Por isso, quem mantém uma dieta vegana consome esse grão em maior quantidade que o restante das pessoas. Mas para tudo existe um limite, certo?

 

Uma das principais recomendações é para que a soja não seja a única fonte de proteína. Ou seja, é necessário comer outros tipos como a lentilha, grão-de-bico e feijão, por exemplo.

 

Apesar de conter muitas vitaminas, como a A, C, D, E e várias do complexo B, o grão não tem a vitamina B12 e alguns minerais. Portanto, esses componentes importantes para o funcionamento do nosso organismo devem ser repostos de outra maneira.

 

Ele pode trazer prejuízos à saúde?

 

Uma dieta vegana com consumo desregrado de soja pode trazer prejuízos à saúde sim. Aliás, tudo o que comemos em excesso pode causar danos no futuro. As desvantagens neste caso estão na alimentação exclusiva com soja, seja em grãos, farinha ou produtos industrializados.

 

Quando ela é consumida in natura, sem fermentação, apresenta fatores antinutricionais. Isso significa que a ingestão do grão atrapalha a absorção de nutrientes pelo organismo. Já os alimentos  que são fermentados não têm esse problema, como o missô e o shoyu.

 

Quais são os reais benefícios da soja na dieta vegana?

 

Com tantos benefícios encontrados pelos veganos na soja, seu consumo se torna indissociável da alimentação. Justamente por ser o melhor substituto da carne (em termos nutricionais), o grão é utilizado de maneira versátil na produção de alimentos veganos.

 

Tanto é que foi criada uma proteína texturizada, a proteína de soja, que pode ser utilizada em substituição à carne moída, por exemplo. Ótima para fazer recheios, molhos para macarronada, hambúrguer, almôndegas etc.

 

Mas a fabricação de alimentos com selo vegano vai além disso. Tanto é que hoje é possível encontrar até em lojas online opções como lasanha, tofu, churrasco e salgadinhos feitos à base de soja, como coxinha, quibe e croquete.

 

Quem vive o veganismo precisa sempre colocar na balança os benefícios e os prejuízos da utilização desse grão. Buscar informações de qualidade e orientação nutricional é essencial para manter a saúde em dia e não fazer substituições erradas.

 

O que achou do texto? Compartilhe o conteúdo nas redes sociais para que seus amigos também entendem como balancear o consumo de soja na dieta vegana.

Entenda qual a diferença entre veganismo e vegetarianismo

Na base da pirâmide de necessidades humanas estão aquelas que são fisiológicas, indicando que comer é fundamental para a nossa sobrevivência. Porém, sabemos que a forma de escolher os alimentos mudou muito ao longo dos anos. Essa mudança é compreendida quando entendemos o que são e qual a diferença entre veganismo e vegetarianismo.

 

Como surgiram essas formas de alimentação?

 

O termo “vegetarianismo” estaria em uso desde o final dos anos 40 do século 19. De uma forma mais gramatical do que etimológica, seria a união de “vegetal” com o sufixo “arian”, dando origem à palavra “vegetarian” – que consta no dicionário inglês Oxford.

 

Nos primórdios, quando o homem ainda não tinha ferramentas e outros artifícios para caçar, ele mantinha hábitos alimentares vegetarianos. Segundo um artigo publicado pela Associação Vegetariana Portuguesa, o vegetarianismo surgiu há cerca de 5 milhões de anos.

 

Porém, somente na era das civilizações é que essa prática passou a ter cunho ideológico e também religioso. O budismo no Japão ou a crença que liga os animais às divindades na Índia, são práticas que ajudaram o vegetarianismo se difundir como um estilo de vida.

 

Principais grupos de vegetarianos

 

O vegetariano é aquele que não consome qualquer tipo de carne. Sua dieta é formada por legumes, frutas, verduras, grãos e cereais. O consumo de leite e ovos é tolerado por alguns praticantes. Por isso, os vegetarianos são divididos em três grupos:

 

  1. Os ovolactovegetarianos, que são aqueles que não comem nenhum tipo de carne, mas mantêm uma dieta à base de vegetais aberta ao consumo de ovos e laticínios.

 

  1. Os lactovegetarianos, que não comem carne nem ovos, mas consomem laticínios. Essa é uma condição bastante comum na Índia, que tem um grande número de vegetarianos.

 

  1. Os vegetarianos estritos, que são os que não comem carne, ovos e nem laticínios. Eles acreditam que qualquer um desses elementos podem prejudicar os animais.

 

Então, qual a diferença entre veganismo e vegetarianismo?

 

O veganismo é a quarta vertente do vegetarianismo. Isso porque a ideia inicial é a mesma dos vegetarianos restritos, mas com diferenças bem importantes. No veganismo, a questão ideológica estende-se a todo e qualquer produto de origem animal.

 

Por isso, os veganos vão além de não consumirem carne, ovos, mel e laticínios. Eles não usam roupas de couro, seda ou lã, por exemplo. Os vegans (como também são chamados) não usam produtos de beleza testados em animais e condenam o uso de bichos em apresentações de circo e rodeios. Muitos adeptos começaram com uma dieta vegetariana e depois excluíram qualquer forma de exploração animal do seu dia a dia.

 

Quais são as tendências?

 

Segundo informações do portal da Sociedade Vegetariana Brasileira, estima-se que cerca de 16 milhões de pessoas sejam vegetarianas no país (dados de 2012). Já o número de veganos seria de aproximadamente um terço dessa população, chegando a 5 milhões de pessoas.

 

Apesar de não haver um censo oficial, sabemos que houve aumento na quantidade de vegetarianos e veganos nos últimos anos. Vários fatores contribuíram para isso, como a popularização dos meios de comunicação, a maior conscientização sobre as questões de sustentáveis e também a preocupação em manter uma alimentação saudável.

 

Agora que você entendeu qual a diferença entre veganismo e vegetarianismo, conta pra gente nos comentários o que você acha sobre esses estilos de vida!

Comida vegana congelada pode ser alternativa para o dia a dia

Sabe aquela história de comprar uma marmita, mas pedir para retirar a carne e outros produtos de origem animal? Com a comida vegana congelada essa situação se resolve quase que num passe de mágica. Algumas marcas oferecem deliciosas opções, que podem ser preparadas em casa.

 

Praticidade nas refeições diárias

 

A correria enfrentada por quem mora nas grandes cidades reflete de maneira negativa nos hábitos alimentares. De acordo com estimativa do Sebrae, o brasileiro gasta cerca de 30% de sua renda mensal comendo fora.

No entanto, sabemos que diante da crise financeira dos últimos anos, as marmitas levadas de casa ganharam espaço no ambiente de trabalho. Mas será que os vegetarianos e os veganos têm boas opções de mistura para incluir no seu próprio cardápio de almoço ou de jantar, todos os dias?

 

A resposta é um sonoro NÃO! Isso porque não é fácil encontrar opções de alimentos veganos nas redes de supermercados e nas lojas de rua. Sem contar o alto preço de etiqueta praticado por esses lugares.

 

Diversos pratos veganos podem impressionar pelo sabor irresistível

Opções de comida vegana congelada

 

Manter uma alimentação livre de produtos de origem animal e conciliar trabalho, estudos e família não são tarefas simples. Montar a marmita que será levada no dia seguinte exige praticidade e os pratos congelados são boas opções pra isso!

 

Na VegaSite nós temos diversas alternativas disponíveis. É possível comprar feijoada e churrasco vegano ou ainda almôndega, coxinha, quibe e strogonoff vegetarianos. Também temos alimentos que imitam os condimentados, como a linguiça calabresa vegana.

 

Diferentemente do que se pensa, a comida vegana congelada é temperada e conta com porções generosas. Algumas podem durar até seis meses guardadas no congelador, além de terem um preparo bastante prático – no forno convencional ou no micro-ondas.

 

Congelados também pela internet

Você concorda o quanto a comida vegana congelada é prática, certo? Agora, imagine poder comprá-la pela internet. Sim, isso é totalmente possível e já é uma realidade em grandes cidades. Aqui na VegaSite os itens congelados e queijos são despachados para São Paulo e Grande São Paulo – por enquanto, pois a ideia é expandir para outras cidades!  

 

Então, não é preciso sair da frente do computador para comprar seu almoço ou jantar da semana. Isso também pode ser feito via mobile, com seu celular ou tablet. Na verdade ir a lojas físicas significa perder tempo para encontrar os alimentos veganos que você quer.

 

Outra vantagem do e-commerce frente aos lojistas de rua é a facilidade para pagar. Os sites aceitam cartões de crédito de todas as bandeiras, boleto bancário e depósito. Além da variedade, as lojas online também ganham no quesito preço, pois os custos repassados são menores.

 

Na grande maioria das vezes, quem faz um volume maior de compra pode ser presenteado com o frete grátis. Na VegaSite, por exemplo, compras acima de R$ 150 são entregues sem nenhum custo para o consumidor.

 

Foi-se o tempo em que os pratos congelados eram sinônimos de comida ruim, sem gosto ou com jeito de industrializada. As marcas já consolidadas no mercado vegano têm trabalhado constantemente para oferecer a melhor experiência para quem vive essa filosofia de vida.

 

Até mesmo quem está iniciando a prática vegana ou vegetariana pode incluir essas opções nas refeições diárias. Você já experimentou uma comida vegana congelada? Então compartilhe a sua experiência com a gente por meio dos comentários!

Restrições alimentares: o que são e como lidar?

É bastante provável que você tenha restrições alimentares ou conheça alguém com esse problema. Seja alergia ou intolerância, o melhor caminho nesse caso é deixar de consumir determinados tipos de alimentos que não fazem bem para o organismo.

 

Quando se fala em alergia, ou hipersensibilidade, chamamos os “agentes causadores” de alérgenos. Os principais que se tem conhecimento são de origem protéica, como glúten, leite, peixes, soja, castanhas, nozes, amendoins, ovos e crustáceos.  

 

Intolerância alimentar x alergia alimentar

 

Antes de seguir, é preciso explicar a diferença entre intolerância e alergia alimentar. Muita gente confunde os dois termos, mas cada um faz com que o corpo reaja de uma forma.

 

Intolerância alimentar é quando não há envolvimento ou resposta dos mecanismos imunológicos. Ou seja, você ingere determinado alimento, mas os sintomas apresentados não têm relação com o seu sistema interno de defesa.

 

Já a alergia se apresenta quando há reação imunológica. É quando o seu corpo tenta “combater” uma proteína que ele entende como estranha (o alérgeno). Essa situação pode afetar tanto as crianças como os adultos.

 

A seguir, traremos detalhes de quatro dos principais grupos de alérgenos alimentares.

 

  1. Glúten

 

O glúten está presente em uma grande quantidade de matéria prima utilizada na fabricação de produtos. O trigo, o malte, a aveia e outros cereais que contém a substância são utilizados para produzir alimentos, remédios, cosméticos e bebidas.

 

Quem tem alergia às proteínas do glúten pode apresentar reações como asma, rinite, urticária, dores abdominais e anafilaxia (náuseas, vômitos, dificuldade respiratória).

 

O que consumir?

 

O principal tratamento é a mudança de hábito alimentar. Como existem diversas opções de produtos sem glúten no mercado, não há muita dificuldade para fazer a substituição.

 

  1. Leite de vaca

 

A alergia às proteínas do leite de vaca é uma das mais comuns. São identificadas reações como, por exemplo, surgimento de rinite, distensões abdominais, coceiras pelo corpo, vômito intenso e inflamação do intestino.

 

O que consumir?

 

Para suprir a falta dessa rica fonte de cálcio, os alérgicos ou intolerantes podem optar por produtos vegetais. Alguns exemplos são: feijão, tofu, rúcula, espinafre, brócolis, agrião, couve, aveia, ameixa seca, quiabo etc.

 

Outra forma de consumo são os leites de origem vegetal, como o de soja, de coco ou de amêndoas. Também existem imitações dos derivados do leite, produzidos sem acréscimo de produtos de origem animal, como o queijo e o cream cheese vegano.

 

  1. Ovos

 

As crianças são as mais atingidas pela alergia às proteínas da clara do ovo. Estima-se que mais da metade dos diagnósticos de dermatite atópica tenham o problema como causa. Um dos principais sintomas é o surgimento de pequenas erupções na pele, normalmente nos braços e joelhos. Essas regiões tendem a ficar vermelhas e a descascar.

 

O que consumir?

 

Basta incluir no dia a dia alimentos de origem vegetal como feijão e lentilha, além de prestar atenção aos rótulos. Muitas marcas veganas e vegetarianas desenvolvem produtos isentos de ovos ou qualquer outra matéria prima de origem animal, como um molho parecido com maionese, massa, empanados etc.

 

  1. Soja

 

A soja está presente em muitos alimentos industrializados disponíveis no mercado. Além de ser um produto transgênico, possui uma proteína que causa alergia. Os alérgicos à soja normalmente apresentam os mesmos sintomas das outras alergias alimentares.

 

O que consumir?

 

Neste caso, é mais simples dizer o que não consumir, pois a soja tem alta produtividade no Brasil. Por isso, é preciso ler o rótulo dos mais diversos tipos de alimentos, desde molhos, massas e cereais até fórmulas infantis e chocolates. Ainda assim, é possível encontrar produtos sem soja na composição.

 

Lembre-se sempre de consultar um médico para saber se você pode ou não consumir esses alérgenos. Tanto a alergia quanto a intolerância são identificadas somente através de exames específicos. Mas se o seu objetivo é ter uma alimentação mais saudável, incluindo produtos vegetais no seu dia a dia, siga em frente!

 

Você tem algum desses tipos de restrições alimentares ou conhece alguém que precisa de alimentos específicos? Compartilhe a sua experiência deixando um comentário!

VegaSite, seu novo e-commerce de alimentos veganos

Mesmo com o avanço da alimentação consciente entre a população, os adeptos do veganismo ainda enfrentam dificuldades para encontrar alimentos veganos de qualidade nas prateleiras dos supermercados pelo Brasil afora. Por isso, o e-commerce da VegaSite surge como a solução que reúne conforto, variedade e bom preço em um único lugar.

 

De acordo com a Sociedade Vegetariana Brasileira, estima-se que cerca de 5 milhões de pessoas vivem no país sem consumir produtos testados em animais ou que tenham qualquer origem animal. Se você faz parte desse universo e busca praticidade na compra de itens com selo vegano, sinta-se acolhido ou acolhida!

 

Prazer, somos a VegaSite

 

A VegaSite é uma empresa que nasceu com a seguinte proposta: ajudar você a manter uma alimentação saudável e consciente. Somos um e-commerce com os melhores alimentos veganos e vegetarianos que existem no mercado. Temos produtos para refeições diárias, como molhos e temperos, e também pratos especiais, como hambúrguer e feijoada vegana.

 

Uma filosofia de vida

 

Acreditamos muito na força que o ser humano tem sobre suas próprias decisões. Por isso, adotamos como filosofia de vida ajudar veganos, vegetarianos e pessoas que buscam uma vida mais saudável a encontrarem os produtos certos. Afinal, comer é uma necessidade básica.

 

Dessa forma, a nossa missão é apresentar uma solução completa de e-commerce. Queremos ser referência na venda de alimentos veganos, ou seja, que não causam sofrimento animal e que valorizam ações reais de sustentabilidade.

 

Queremos nutrir corpo e alma!

 

Uma “alimentação consciente” ou, em inglês, mindful eating, implica sentir o momento de comer mais com a mente do que com o corpo. Isso nos faz perceber que esse ato não envolve somente comer e beber. É a completa consciência e equilíbrio do ser.

 

Por isso, cada porção de alimento vendida pela VegaSite é muito bem pensada de acordo com os nossos valores. Os parceiros são escolhidos a dedo e devem entender que o cuidado envolvido desde o preparo até a mesa é essencial para quem segue esse estilo de vida.

 

Algumas marcas presentes no site já se tornaram referência no mercado, como, por exemplo:

 

  • Superbom: oferece sucos, geleias, proteínas, pratos prontos, snack de frutas, maionese e vários outros produtos da marca. Temos a honra de ser um de seus primeiros revendedores online.

 

  • Mr. Veggy: marca consolidada e bastante reconhecida entre os adeptos da cozinha vegetariana e vegana. Temos seus congelados, hambúrgueres e salgados integrais.

 

  • Goshen: oferece tanto produtos vegetarianos quanto veganos (linha Goshen Vegges). Seus alimentos veganos são ótimos substitutos de carnes, como linguiça, presunto vegano ou vegetariano, tofu, croquete, coxinha e outros empanados feitos de soja.

 

  • Vegabom: seu principal diferencial são os pratos prontos, como strogonoff e churrasco acebolado, além da famosa feijoada vegana, linguiça calabresa e hambúrguer.

Nós escolhemos você

Entre os mais de 206 milhões de brasileiros, escolhemos você. Queremos oferecer o que há de melhor neste mercado não só aos vegetarianos e veganos, mas a qualquer pessoa que queira incluir uma alimentação mais saudável no dia a dia.

 

Aqui também é o lugar certo para quem tem restrições alimentares e precisa consumir produtos sem ovos, sem lactose, sem soja ou sem glúten.

 

Vale dizer que as mercadorias secas são enviadas pelos Correios para todas as cidades do país. Já os itens congelados e queijos, que exigem refrigeração, são despachados apenas para São Paulo e Grande São Paulo (por enquanto!).